29 de julho de 2015

guarulivros
 Para quem não sabe, na livraria onde trabalho também tem um espaço dedicado à papelaria, e na ultima segunda, junto à chefe e a best Leticia, saímos da loja, direto para o Pavilhão Anhembi, só pra conferir de perto todas as novidades da Feira de Papelaria, que logo logo grande parte estará chegando na loja no próximo mês. Foi muito divertido e ganhamos até alguns mimos! Também ganhei um mini concurso entre funcionários, que rolou esse mês, e ganhei um livro, e minha escolha foi "A Bibliotecária de Auschwitz", já que comecei a lê-lo emprestado e fiquei apaixonada pela história. Nas ultimas semanas também rolou festinha de aniversário, dessa vez do Will, um dos livreiros mais experientes, (segredo: ele tem uma biblioteca em casa). Ah! É claro que ele ganhou livros ♥ ♥ ♥

suzana prosa
 De legal, também rolou café da manhã com alguns representantes da Cia das Letras, uma das maiores editoras do Brasil atualmente. Foi um evento descontraído, só entre funcionários, papeamos muitos sobre livros e novidades, e claro que rolou alguns sorteios e também livros de brindes. Escolhi o lançamento "O Gigante Enterrado", além de receber vários mimos para dividir com os leitores do blog.


adamastor guarulhos
 E no ultimo sábado fui à um evento incrível, aqui mesmo, em Guarulhos: A III Semana do Livro Nacional! Foi um dia agitado, pois fui pela manhã ao Adamastor (local que aconteceu o evento), depois corri para a loja trabalhar no período da tarde e, depois de encerrado o expediente, voltei para aproveitar o final do evento. Foi mesmo muito proveitoso, logo logo contarei todos os detalhes.
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Desculpem o atraso para postar o resumo, espero que tenham curtido ♥

27 de julho de 2015

Jhully Inácio é uma amiga que se tornou amiga graças ao nosso trabalho, com o blog, com a poesia e com a escrita. Nunca imaginei que ela me leria tanto quanto eu a leio, pois virei sua fã assim que a conheci. A Jhully é o tipo "romântica madura", que tem muito peito, mas tem também muita cabeça, sabe o que sente e o diz, como todo mundo adoraria. Seu livro de estréia, Nós de Saudade, é um retrato de sua alma, sensível, intensa, verdadeira. Espero que apreciem essa entrevista.

Adolecentro - Se você se descrevesse em uma só frase, qual seria?

Jhully - Acredito que ninguém me definiu melhor que Fernando Pessoa quando disse “tenho em mim todos os sonhos do mundo”.

Adolecentro - Como descobriu que gostava de escrever?

Jhully - Na verdade, desde muito pequena escrevo cartinhas, diários. Aos 9 anos ganhei da minha mãe uma agenda das Menininhas e à partir daí, todo ano eu queria uma agenda. Gostava de registrar diariamente como foi meu dia, o que fiz de novidade. Mas foi aos 14 que comecei levar a sério e viver o sonho de ser escritora. Estava no 1º ano do ensino médio e conheci a professora mais incrível que tive na vida, Vera Lúcia. Devo a ela meu amor pelas letras. Foi quem me incentivou. Vivia dizendo “menina, você tem futuro, não para não”, rs. E não parei. Não pararei.


Adolecentro - Como nasceu o Nós de Saudade? E como foi desenvolvê-lo?

Jhully - “Nós de Saudade” foi um presente de Deus. Quando comecei pensar no livro, tinha um outro projeto, estava trabalhando nele, mas da noite pro dia, Deus colocou em meu coração que meu primeiro livro precisava falar mais alto, mas em silêncio. E existe forma mais bonita de fazer isso se não pela saudade?! Obedeci e resultou nessa coisa linda que é todo sentimento.

Desenvolvê-lo foi um presente, eu ia me encontrando em cada palavra, sabe?! Foi como reviver cada momento novamente. Foi incrível!





Adolecentro -  Fale um pouco sobre o livro.

Jhully - Meu “Nós” foi algo novo em minha vida, como eu disse, um presente. A cada dia que olho pra ele me sinto ainda mais amada e grata. Ele é o resultado dos planos de Deus, não dos meus, por isso fui tão feliz em publicá-lo.
“Nós de Saudade” é um encurtador de distâncias. É um livro pra quem ama. Pra quem é amado. Pra quem é amor. Nele, eu escancaro meu coração e falo dessas coisas boas da vida, sabe?! Nele, a gente se encontra e revive juntos uma linda história. Mas não vou estender, prefiro deixar a incógnita, quem sabe nos encontramos nele e sabemos juntos?! Rs

Adolecentro - E o Zé que a gente tanto lê nas poesias?

Jhully - Ah... O Zé?! O Zé é o amor da minha vida. Ele é tudo aquilo que escrevo e mais um pouco. Ele é o meu porto seguro, meu amigo, meu parceiro, está sempre comigo me apoiando, me dando coragem. E nem preciso dizer que ele é minha fonte de inspiração, né?! Rsrs

Adolecentro - Tem projetos para o futuro?

Jhully - Tenho alguns, estou trabalhando num segundo e num terceiro livro ao mesmo tempo. Um deles é resultado de uma parceria maravilhosa que conquistei esse ano, vale a pena esperar. Tenho mais planos que projetos, na verdade. As coisas vão fluindo, prefiro assim.

Adolecentro - Deixe um recadinho para os leitores do Adolecentro ♥

Jhully - Primeiro, gostaria de agradecer imensamente à Suzana por todo o carinho de sempre e por ter me permitido deixar um pouquinho de amor aqui e sempre retribuir de alguma forma. Sue, você é um encanto!
Aos leitores do Adolecentro, também, o meu muito obrigada! Cada comentário de vocês é uma forma de amor pra mim. Deixo aquele abraço do tamanho do mundo, com todo o carinho do mundo. Vocês são pura poesia!

Vocês já viram muito de Jhully e de "Nós" aqui no blog, mas vou deixar o link da resenha oficial para quem quiser conhecer mais: clique aqui.

Acompanhe no facebook: Jhully Inácio e Entre Versos e Palavras


25 de julho de 2015

Um dia ele disse que não me amava, e sua sinceridade tão crua pareceu-me um pouco com amor.


O primeiro "eu te amo": você ainda se lembra quando ouviu, quando disse? Confesso que não me lembro, nem por que e para quem... Confesso que, "eu te amo", aos 16 anos, eram três palavras mágicas que dizíamos quando queríamos que alguém ficasse. Foi isso que eu aprendi, que proferimos amor em palavras quando queremos muito alguém por perto. Não quando de fato sentíamos, ou sabíamos amar.

Para falar a verdade, ainda não sei se aprendi a amar. Eu estou prestes a completar 18 anos e ainda não sei bem qual minha cor preferida, meu estilo musical, meus gostos... Ainda duvido de meus sonhos... Mas acho que isso sou eu. E todos parecem mudos, todos parecem levar pesos desnecessários nas costas, pesos de medos de um coração que partiu.

Pronto, falei, a verdade é essa. Eu não sei se sei amar. Você não sabe se sabe. Mas eu acho que sei que o amor não são três palavras. Por isso eu não quero arriscar, não quero jogar palavras ao vento, ao mar, ao léu. Não precisávamos disso. Amor é construção. Posso não te dizer hoje e nem sei se vou um dia, mas você poderia sentir no seu coração e eu no meu. E só por isso, assim nos amaríamos.

A vida é breve, o amor mais breve ainda... Não quero que fique, só quero que esteja... Que sua mente se conecte na minha, como um passarinho volta ao seu ninho... Que você tenha bem certo em sua mente e em seu coração. E nunca duvide de mim. E se eu for embora um dia, ou você... Ainda nos sentiremos por perto.

Talvez devêssemos nos preocupar menos com isso. Se existe amor, se não existe, não é o "x" da questão. Porque amar é um estado. Um verbo que vive. É um abraço. É um silêncio. E ele simplesmente acontece.

O que precisamos é de cargas expectativas mais leves. Apesar de dúvidas, precisamos aprender a expressar o que o coração diz, com ações, mais do que com palavras mágicas que convencem e nada mais. Precisamos de conversa fiada, de "algo mais", de declarações despretensiosas, de dar um passo à frente, de conhecer, de tocar, de olhar, ouvir. Há uma saudade de quando o coração batia forte e era real. Hoje parece só carência.

"Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda..."
- Mário Quintana


24 de julho de 2015

séries
Mais uma série baseada no universo das histórias em quadrinhos. Hoje eu não vim expressar (pela enésima vez) o meu amor pela Marvel, hoje eu vim aqui para parabenizar a DC Clomics. The Flash é uma série mais leve, sem aquele tom de seriedade que existe em muitas séries por ai. Porém não se esquiva ao abraçar os aspectos do super-herói: o uniforme e o seu alter ego estão lá, sem nenhum tipo de enrolação ou de suspense como foi feito em Arrow. Seguindo uma certa linha, a série é fiel aos quadrinhos, a morte da mãe de Barry e como tudo aconteceu, a prisão do pai pelo crime, a sua profissão de perito criminal e muitas outras coisas.  


O primeiro capítulo é dedicado ao surgimento dos poderes de Barry Allen, ou seja, atingido por um raio, acordando depois de um longo coma e descobrindo que o acidente o fez ter habilidades sobre-humanas, habilidades essas que o faz correr em velocidades espantosas. A história contém um detalhe adicional: a explosão do acelerador de partículas do Laboratórios S.T.A.R. dando origem ao surgimento de outros meta-humanos além do Barry. A série é cheia de trocadilhos que envolvem a velocidade, como por exemplo, Barry vive atrasado para o trabalho ou o fato de que as pessoas mandam ele correr em momentos diferentes. Outro fato de que achei interessante, é que Barry ficou em coma por nove meses, dando a alusão de que ele é um "novo homem". E tem mais, a série é cheia de referências para os fãs, uma delas é que o pai de Barry é interpretado por John Wesley Shipp, o mesmo ator que vestiu o uniforme do Velocista Escarlate no seriado de 1990.  E por ai vai minha gente... Vocês podem assistir aqui.

Que a força da aceleração esteja com vocês, até a próxima!