26 de março de 2015


Nostalgia é a palavra de ordem para 2015! Só esse ano teremos remake de Cinderela, Mogli, Poltergeist, Mad Max, O Quarteto Fantástico e mais uma aventura do nosso querido James Bond. Entre as novidades do ano temos o novo longa da Marvel com Homem-Formiga, o novo filme do Tim Burton entitulado Grandes Olhos e já saiu a tão esperada adaptação de 50 tons de Cinza.

Separei aqui uma listinha com alguns títulos pra aguçar a curiosidade de vocês. Tá separado por mês até o fim do ano, foi melhor pra eu me organizar e me programar pra assistir todos haha

Abril:

Dia 02: Cinderela (Cinderella, Kenneth Brannagh, EUA); e Velozes e Furiosos 7 (Fast & Furious 7, James Wan, EUA);
Dia 16: Dragon Ball Z (Dragon Ball Z: Fukkatsu no F, Tadayoshi Yamamuro, Japão);
Dia 30: Os Vingadores 2: A Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron, Joss Whedon, EUA);



Maio

Dia 14: Mad Max - Estrada da Fúria (Mad Max - Fury Road, George Miller, EUA);

Junho
Dia 18: Cidades de Papel (Paper Towns, Jake Schreier, EUA);
Dia 25: Minions (The Minions, Pierre Coffin, Kyle Balda, EUA);



Julho
Dia 09: Ted 2 (Seth MacFarlane, EUA);
Dia 16: Homem-Formiga (Ant-Man, Peyton Reed, EUA); e Pan (Joe Wright, EUA);
Dia 23: Poltergeist (Gil Kenan, EUA);

Agosto

Dia 6: The Fantastic Four (Josh Trank, EUA);

Setembro

Dia 17: Maze Runner 2 (Wes Ball, EUA);

Outubro

Dia 1: Hotel Transilvânia 2 (Genndy Tartakovski, EUA);
Dia 29: 007 - Spectre (Sam Mendes, EUA);

Novembro

Dia 19: Jogos Vorazes - A Esperança Parte 2 (Francis Lawrence, EUA);

Lembrando que se eu fosse colocar todos os filmes que serão lançados em 2015 o post ia ficar muito grande, então coloquei só os que me interessam assistir, mais dúvidas eu posso procurar pra vocês. Não esqueçam de deixar tudo anotado na agenda! 
Beijos, até a próxima ♥

25 de março de 2015

Nunca tive "sorte" com esse negócio de BFF.

Lembro da primeira melhor amiga que eu tive, mais ou menos na 4ª série... Éramos unha e carne, íamos juntas pra escola, almoçávamos juntas, passávamos a tarde juntas e não sei como não enjoávamos uma da outra. Acredito que isso deve ter durado uns 2 anos, até uma triste notícia mudar nossa vida - Érica foi embora pra São Paulo - e nós perdemos totalmente o contado. Nunca mais a vi e nem lembro qual o sobrenome dela pra tentar uma busca no facebook e quem sabe retomar a amizade.

Com o tempo eu fiz outras amizades que talvez pudessem ser chamadas de "melhores", mas alguns anos depois também mudei de cidade e querendo ou não na distância a intimidade não é a mesma. Encontrei uma "melhor amiga" na cidade nova e por coincidência (ou não) levei um tapa na cara da vida alguns meses depois. Ela fez a pior sacanagem da life comigo. Enfim, não tenho sorte. Algum tempo depois conheci uma menina na igreja que tava comigo quase todo dia, morava perto da minha casa, íamos à igreja juntas, fazíamos tudo juntas e começamos a nos tratar como BFF.

Chamávamos uma a outra de best e tudo o mais, mas sabe lá Deus porque, acabou. Fomos nos afastando com o tempo e hoje a gente mal se fala.


Mas não sei por qual motivo... Eu ainda acredito em amizades que duram pra sempre. Acredito na amizade que de tão verdadeira vai além da vida e de geração pra geração. E de tanto acreditar, ainda sonho.

Sonho com o dia em que finalmente perceberei que esse negócio de azar não existe mesmo e que eu tenho sim a minha BFF. Minha mais que amiga que eu posso contar em qualquer momento que seja. A mãe da amiga da minha filha. Minha cúmplice, confidente, amiga, irmã. Uma pessoa que eu admiro e confio de olhos fechados. Que participe de todos os meus momentos e que eu também possa fazer parte de todas as conquistas da vida dela.

Sempre tenho aquela invejinha branca quando vejo duas melhores amigas de longa data que nunca perderam o contato e espero de verdade, também viver isso um dia.

E vocês? O que pensam sobre o assunto? Acham importante ou irrelevante ter uma melhor amiga? Será que só eu sou tão clichê a ponto de me preocupar com isso? Conte pra mim nos comentários. =]

24 de março de 2015


Um dia, quando eu ainda não tinha a idade dos adultos, me contaram uma história que começava com "era uma vez" e acabava com "felizes para sempre". Depois desta, me contaram de um tal de Romeu e Julieta, que morreram se amando. "Lindo, maravilhoso", tá bom, ok, eu sei, concordo. Mas cá entre nós, há tanta coisa fora do lugar! Esse negócio de amor eterno, que eu acho que é clichê, alguém leva a sério? Agora eu já to grandinha, mas não sei, acho que não devo, mas ainda meio que acredito que vou ficar velhinha ao lado da mesma pessoa, pessoa essa que nem encontrei ainda... Só que tenho mais certeza que o amanhã a gente nunca sabe e nunca vai saber.

Pra falar a verdade eu nem gostei de Romeu e Julieta. Que amor mesquinho é esse que faz matar e faz morrer? Talvez eu ame demais a vida, talvez eu até queira muito vive-la ao lado de alguém. Talvez eu queira muito ver alguém sorrir. Talvez só queira ser o motivo desse sorriso. É que minha história não segue roteiro e não marca grandes acontecimentos. Mas posso descrever a sensação de tomar um café a dois?

A gente marcou, ou só se encontrou ao acaso. Tomamos café, sorrimos. Fomos embora. Fim.

O intervalo entre o "era uma vez" e o "felizes para sempre" é sempre tão vago assim? Esse intervalo que a gente vai embora, meio contente, mas meio vazio... Sem saber direito quem ele era, o que ele sentia... Sem poder dizer direito tudo que assola o coração. Sem sequer conseguir falar de coração. Esse detalhes sempre tão frágeis, essas linhas que nos aproximam sempre tão finas, sempre tão quebráveis. Será que um dia havemos de ser feitos a metade de alguém?

Talvez a vida por si só já me complete, já me ocupe demais. Talvez viver por si só já seja complexo demais. Talvez eu possa sorrir para o espelho. Talvez eu me contente com as flores, os breves beijos e breves elogios. Quem sabe ele só não seja mais um olho bonito, mais um perfume bom... E nada além disso. Talvez ele, e todos eles, sejam apenas suas vidas mesquinhas, que não morrem por ninguém mas também não vivem por pessoa alguma, assim como eu.

"Não posso ser a mulher da sua vida porque já sou da minha" - Bruna Grotti

23 de março de 2015

As apostas da semana, na minha opinião, que chegaram lá na livraria, são apenas duas, mas que de cara já chamaram minha atenção:

Amor Ao Pé da Letra - Achar o homem perfeito não é fácil e foi isso que a agente literária Melissa Pimentel, assim como sua personagem, Lauren, descobriu quando se mudou para Londres de um dia para o outro. Infelizmente, Melissa logo viu que conquistar um homem era mais difícil do que parecia, mesmo quando ela jurava não querer nada sério. Foi aí que surgiu a solução: decidiu seguir os conselhos dos mais populares livros de autoajuda para conquistar homens e criou um blog para narrar suas experiências. Nasceram daí os encontros de Lauren, que em Amor ao pé da letra, receberam toques de ficção, como uma legítima comédia romântica.

Por Lugares Incríveis - Dois jovens prestes a escolher a morte despertam um no outro a vontade de viver. Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.

Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.


O Pequeno Príncipe caiu em domínio público há um tempo e as novas edições/traduções estão chegando na loja. É estranho ve-los, já que esse livro é um dos meus favoritos e exala simplicidade, achei estranhíssima a edição de luxo (a foto do meio) e estou morrendo de ciume dessas novas traduções novas. Por outro lado tenho que aceitar que a divulgação desse clássico maravilhoso é pouco, comparado ao que ele representa.

Alguns livros que não são novos, mas que valem a indicação:



Leia sobre eles aqui, aqui e aqui.

Comentem qual dos livros mais querem ler! ♥